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» » » » » » » » » » » » » » » » Há mais de 20 dias, a Vale já sabia sobre o isco de rompimento da barragem em Barão de Cocais.


Empresa contratada para fazer vistorias na barragem, informou a Vale sobre riscos no dia 1° de março. 


A Vale sabia desde o dia 1° de março, que as barragens  Sul Superior, Mina de Gongo Soco, em Barão de Cocais, tinha risco de rompimento, ocasionado pela liquefação, o mesmo que atingiu a barragem de Brumadinho que se rompeu, no dia 25 de janeiro. Mesmo assim, a Vale só elevou para o risco de rompimento no nível 3, último antes da barragem ceder, na última sexta-feira, 22, 21 dias após a empresa Walm Engenharia, que foi contratada pela Vale, alerta para as condições perigosas da barragem. Todas as informações estão presentes em Ação Civil Pública (ACP) movida pelo Ministério Público de Minas Gerias (MPMG).


Barragem Sul Superior da Vale, em Barão de Cocais (MG), está com risco de rompimento — Foto: Globocop
Barragem Sul Superior da Vale, em Barão de Cocais (MG), está com risco de rompimento — Foto: Globocop


“A partir de verificação das informações de monitoramento recebidos na quinta anterior (28/2) que, contendo indícios de movimentação tanto no radar, quanto nos prismas, indicou uma possível movimentação e, em função desta indício foi determinada a paralisação de qualquer atividade dentro da mina, para não expor pessoas ao risco”, afirma, em e-mail enviado à Vale, o engenheiro Marcelo Riul, da Walm Engenharia. No mesmo e-mail, Riul afirma que os dados apurados pela Walm Engenharia “indicam risco de ruptura da estrutura pelo fenômeno da liquefação”.

Infelizmente, a situação de ruptura abrange para outras barragens em Minas, segundo o MP. As barragens com risco são: Vargem Grande, Capitão do Mato, Dique V e Taquaras, Nova Lima; Menezes 2, em Brumadinho; Laranjeiras e Sul Superior, em Barão de Cocais; Forquilha 1,2,3; em Ouro Preto.

E só para lembrar, a Barragem de Laranjeiras fica no Complexo de Brucutu, a maior barragem de rejeitos de minério do estado, que recentemente voltou a ativa, decisão vinda da Justiça.

Diante dessa situação, o MP quer o bloqueio de R$ 10 milhões para cada estrutura, totalizando R$ 120 milhões, para custear uma auditória técnica, e assim, garantir a segurança das barragens.

A Vale informou em nota que ainda não foi notificada.  

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