Boslonaro o chamou de 'herói da esquerda nas redes sociais'.
Cesare Battisti, ex-ativista de esquerda da Itália, que durante 40 anos esteve
foragido, confirmou sua responsabilidade por quatro mortes feitas em 1970, além
de ter ferido gravemente três pessoas e feito inumeros assaltos para
autofinanciar-se, segundo a imprensa italiana publicou nessa segunda-feira, 25.
O procurador-chefe de Milão, Francesco Greco, confirmou a culpa de Battisti, durante entrevista coletiva. "Com essa admissão, ele esclarece muitas polêmicas, rende honras às forças de ordem e à magistratura de Milão e reconhece que atuou neste ano de maneira brutal", disse Greco.
O procurador-chefe de Milão, Francesco Greco, confirmou a culpa de Battisti, durante entrevista coletiva. "Com essa admissão, ele esclarece muitas polêmicas, rende honras às forças de ordem e à magistratura de Milão e reconhece que atuou neste ano de maneira brutal", disse Greco.
| Battisti foi extraditado em janeiro pata a Itália |
Após a divulgação das informações sobre o
reconhecimento de Battisti, Jair
Bolsonaro, presidente brasileiro, , comentou o caso em sua conta no Twitter.
"Battisti, 'herói' da esquerda, que vivia colônia de
férias no Brasil proporcionada e apoiada pelo governo do PT e suas linhas
auxiliares (PSOL, PCdoB, MST) confessou pela 1ª vez participação em 4
assassinatos", escreveu o presidente.
"Por anos denunciei a proteção dada ao terrorista, aqui tratado como exilado político. Nas eleições, firmei o compromisso de mandá-lo de volta à Itália para que pagasse por seus crimes. A nova posição do Brasil é um recado ao mundo: não seremos mais o paraíso de bandidos!", completou Bolsonaro em uma segunda mensagem.
"Por anos denunciei a proteção dada ao terrorista, aqui tratado como exilado político. Nas eleições, firmei o compromisso de mandá-lo de volta à Itália para que pagasse por seus crimes. A nova posição do Brasil é um recado ao mundo: não seremos mais o paraíso de bandidos!", completou Bolsonaro em uma segunda mensagem.
Battisti, "herói" da esquerda, que vivia colônia de férias no Brasil proporcionada e apoiada pelo governo do PT e suas linhas auxiliares (PSOL, PCdoB, MST), confessou pela 1ª vez participação em 4 assassinatos quando integrou o grupo terrorista Proletários Armados pelo Comunismo.— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 25 de março de 2019
Bolsonaro
postou uma foto Battisti ao lado de parlamentares de esquerda, entre
eles o petista Eduardo Suplicy (PT) e os psolistas Ivan Valente, Chico Alencar
e José Nery.
Battisti permaneceu foragido da Justiça italiana por quase 40 anos, onde veio morar no Brasil em 2004 e permaneceu clandestinamente até ser preso no Rio, em 2007. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu asilo político para o italiano e impediu sua extradição.
Porem, Michel Temer retirou o status de foragido ano passado, fazendo com que Battisti deixasse o Brasil. O italiano foi encontrado e preso na Bolívia no início de 2019 e desembarcou em Roma no dia 14 de janeiro.
Segundo o procurador antiterrorismo Alberto Nobili, Battisti, de 64 anos, afirmou que "fala (apenas) do que é responsável e não falará (dos possíveis crimes) de mais ninguém".
"Tenho noção do mal que fiz e peço desculpas aos parentes (das vítimas)", disse Battisti no interrogatório de 9 horas, destacando, no entanto, que, na ocasião, as escolhas lhe pareciam corretas e que se tratava de uma "guerra justa". Battisti era integrante do grupo Proletário Armados pelo Comunismo e foi condenado por quatro assassinatos cometidos entre 1977 e 1979.
Battisti permaneceu foragido da Justiça italiana por quase 40 anos, onde veio morar no Brasil em 2004 e permaneceu clandestinamente até ser preso no Rio, em 2007. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu asilo político para o italiano e impediu sua extradição.
Porem, Michel Temer retirou o status de foragido ano passado, fazendo com que Battisti deixasse o Brasil. O italiano foi encontrado e preso na Bolívia no início de 2019 e desembarcou em Roma no dia 14 de janeiro.
Segundo o procurador antiterrorismo Alberto Nobili, Battisti, de 64 anos, afirmou que "fala (apenas) do que é responsável e não falará (dos possíveis crimes) de mais ninguém".
"Tenho noção do mal que fiz e peço desculpas aos parentes (das vítimas)", disse Battisti no interrogatório de 9 horas, destacando, no entanto, que, na ocasião, as escolhas lhe pareciam corretas e que se tratava de uma "guerra justa". Battisti era integrante do grupo Proletário Armados pelo Comunismo e foi condenado por quatro assassinatos cometidos entre 1977 e 1979.







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